Homeopatia: A cura de gota em gota


É como uma faca de dois gumes: aquilo que causa sintomas num indivíduo saudável também pode tratá-los. Este é o princípio da homeopatia, um sistema completo de medicina que se baseia na “Lei dos Semelhantes” para o tratamento de doenças agudas e crônicas, sejam físicas, mentais e emocionais. Ao contrário da medicina tradicional, a homeopatia enxerga o ser humano como um todo e, além de curar, atua de forma preventiva. E, o melhor: não tem efeitos colaterais nem contraindicações.

Leia a entrevista com a médica e homeopata, Dra. Glaucia Barros (Mestra Kandhara Yashmir), Vice-presidente da Ordem Filosófica Vidya e saiba como a homeopatia atua no organismo – principalmente quando atrelada à prática de Vidya Yoga.


- Homeopatia e floral são a mesma coisa?

Dra. Glaucia: Não. Os florais são medicamentos feitos somente de flores, e com preparo semelhante aos fitoterápicos. Já a homeopatia utiliza medicamentos de origem vegetal, mineral e animal (basicamente), com um modo de preparo diferenciado.


- Como a prática do raja Vidya Yoga e a homeopatia atuam em conjunto?

Dra. Glaucia: Ambas trabalham com a energia vital (prana) e com o corpo, portanto essa parceria promove uma melhora muito mais rápida e eficaz que outro tratamento.


- Apesar de muitos estudos a favor da técnica, alguns médicos ainda contestam a validade da homeopatia. Qual a visão da Filosofia Vidya sobre isso?

Dra. Glaucia: Entendemos que a medicina ocidental do nosso século é baseada em princípios cartesianos e intervencionistas, diagnosticando e tratando as doenças de acordo com o que se pode comprovar cientificamente. Isso limita o tratamento, pois o corpo é separado da mente e das emoções, já que há uma especialidade médica para cada parte do corpo.


A Filosofia Vidya concorda que a homeopatia só poderia ser comprovada de acordo com as normas científicas restritas (já foi comprovada de várias maneiras, mas não aceita pela comunidade científica) utilizando-se as teorias mais avançadas da física moderna, que demonstram uma realidade mais profunda e sutil da energia. Porém, não há interesse das grandes corporações farmacêuticas – que financiam os tratamentos médicos convencionais – numa forma terapêutica integral e de baixo custo, que favorece a não dependência das pessoas do uso contínuo de medicamentos.

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