NAVAYURDHARMA – AS NOVE LEIS CÓSMICAS

A filosofia Vidya explica, portanto, que o universo é regido por leis, e cabe ao homem compreendê-las e segui-las, em seu processo evolutivo.


Dentre as leis cósmicas temos a Lei do Dharma, ou lei dos deveres, a Lei do Karma, ou lei das ações, e temos o Navayur Dharma, as nove leis cósmicas, que atuam juntamente.



"Estamos o tempo todo inseridos num processo evolutivo. Desde a forma mais elementar de vida unicelular até a mais complexa, tudo está em permanente evolução e ascendência. Do ponto de vista da Filosofia Vidya Yoga, não há involução. Entretanto, pode haver estagnação ou uma parada temporária, mas assim mesmo a estagnação ou parada também será um processo evolutivo".

1. Lei do Processo Evolutivo Onde você estiver é sempre o inicio de um processo através da mente. O que esta na mente agora, direciona o próximo momento. Tudo esta em processo evolutivo. Até a estagnação é um processo evolutivo, pois o indivíduo sofrerá e evoluirá. Estamos o tempo todo inseridos num processo evolutivo. Desde a forma mais elementar de vida unicelular até a mais complexa, tudo está em permanente evolução e ascendência. Do ponto de vista da Filosofia Vidya Yoga, não há involução. 2. Lei dos Semelhantes Está vinculada a lei do Karma. Atraímos pessoas e situações semelhantes a nossa energia vibracional. Tudo é criado e iniciado a partir dos chitavritti (processos mentais). Portanto, aja, mas aja sempre com consciência. Tenha suas atitudes psicológicas e emocionais, mas que elas sejam espontâneos e não repressores. Assim, você estará acionando ambas as leis (Lei do Karma e a Leis dos Semelhantes) e atraindo semelhantes de acordo com seu comportamento.

3. Lei da Natureza Interior (e exterior) Sociedade hoje está em conflito por falta de ética, por falta de domínio da mente e do ego. Dominando a mente acabam-se os conflitos, o interior é sempre externalizado. Sempre que você perceber que a sociedade está em conflito entenda que houve desequilíbrio entre a Natureza Interior e a Exterior. Faça a sua escolha pela Natureza Interior e você perceberá que todos os conflitos e todas as hostilidades cessarão à sua volta. Siga sempre a Natureza Interior. Ela é o reflexo de tudo o que existe na Natureza Exterior.

4. Lei do Karma e do Dharma Karma é ação consciente ou inconsciente, física e metafísica, incluindo pensamentos e emoções. Somos o resultado das escolhas do passado. O karma define parte do futuro, sempre há a possibilidade de novas escolhas. Você define seu futuro através das suas ações no presente. Expressar nosso talento singular é o nosso Dharma e pode ser aquilo lhe trás o Samádhi. O Dharma do ser humano é atingir a iluminação. O Dharma é sempre algo que beneficiará outras pessoas. Devemos aceitar todo que está na nossa vida, o que nos surge na vida devemos simplesmente executar e superar. A vida é sem sentido se não for vivida para os outros.

5. Lei da Retribuição A vida precisa se tornar uma ação de retribuir. Somente então haverá sentido na beleza, no amor, na caridade, na fraternidade. Ao receber um Puja (agradecimento, reverencia, doação), receba com gratidão e carinho e, posteriormente, retribua esta ação, mas não o faça por que deve ser uma ação social, e sim por causa da “Lei da Retribuição”.

6. Lei do mérito Merecemos tudo de bom ou de ruim, somos responsáveis pelas nossas escolhas. Devemos reverenciar nossos pais, se negá-los, negaremos a nos mesmos, pois 50% do DNA é de origem deles. Para merecer, devemos aceitar a situação.

7. Lei da Reencarnação É um processo de descobrirmos o nosso verdadeiro EU espiritual. Somos seres espirituais que de vez em quando têm experiências humanas. Temos a obrigação de expressar nosso talento singular. Quando encontramos isto, entramos num estado de consciência atemporal e ficamos em estado de graça. Este é o Samádhi e o propósito da vida. A Lei da Reencarnação atribui ao homem a responsabilidade sobre suas ações

8. Lei da sincronicidade e do distanciamento Acabamos sendo levados para encontrar o que está em nossa mente. Devemos ter desapego ao resultado, isto é um processo mental que destrava. Como o Niama, Hri, devemos ter fé, os resultados irão acontecer. Isso trará somente coisas sincrônicas as suas metas, o reto e distanciado. Não existem coincidências, somente sincronicidades. Para conseguirmos qualquer coisa na natureza é preciso desistir do apego a ela. Devemos desistir do apego aos resultados. O distanciamento permite alcançar qualquer coisa porque ele se baseia na sua crença inquestionável no poder do seu verdadeiro Eu Espiritual que é parte do Absoluto. A Lei da Sincronicidade e do Distanciamento também estão vinculadas a todos os demais Navayurdharmas, mas especialmente à “Lei do Karma e do Dharma”.

9. Lei da harmonia Inicialmente. Quando você está apegado, sua intenção fica presa num rígido espaço mental. Assim, a fluidez, a criatividade, a espontaneidade inerentes àquele campo se perdem. Quando você se apega a uma idéia pronta o seu desejo, antes fluido e flexível, fica congelado numa estrutura rígida que interfere em todo o processo de criação. A “Lei da Harmonia” surge para nos mostrar o ponto de equilíbrio. Assim, “sorte” nada mais é que a prontidão e a oportunidade caminhando juntas. Se as duas estiverem misturadas à observação atenta do caos, daí emergirá uma solução que será evolucionariamente benéfica para você e para todos os que estiverem ao seu redor.

“Mentalize sempre o melhor, prepare-se para o pior, e agradeça o que vier (VYAGHRA YOGI, 2004).”
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